Artigo (que nom é) para o dia da Pátria

July 24th, 2008

Se revisam os arquivos do meu blog veram (verão?)que nom adoito escrever  nada especial para o 25 de Julho. Se calhar nom quero saturar com umha pinga mais os centos de artigos em blogs, jornais, publicaçons e foros de debate que durante a véspera e o dia perse cismam sobre todos os temas que se celebram/reclamam/condenam nessa data.

Hoje e manhá imos ter de todos nos media: Reflexons sobre a natureza trascendente da nossa naçom (se é, nom é, é mas com moderaçom, se é o que"nós" dicimos e nom o que dim os outros), a existência da bijectiva entre o que se celebram (e os que celembram) e o ente disputado no ponto anterior (se nom existe e isto é umha borbulha, se nessa borbulha há um autoengano consciente, ou um engado, se existe e existimos mas o fora nom existe, se ambos existem e nom estám ligados, se há gradaçom na comunhom dos termos ou se é biunívoca e ortogonal); de existirem o ente e a relaçom anterior qual é o objectivo futuro e a logística ligada (a eficácia dos métodos, a estética, a intençom subjacente, o espírito animador ou o código de cores); e sem esquezer os que, depois de engatarem com algumha das opçons anteriores, tenhem tempo para criticarem as outras (seja em tom paternalista, belicista, inquisitorial, doutrinario, educativo ou messiánico) e aconselhar como topar o bom caminho (de lousas amarelas, vermelhas -também com gradaçom-, azuis, brancas e azuis, brancas e azuis e vermelhas, brancas e azuis e algumha cor entre o vermelhom e o pastel ou até femininas, combantentes, complacentes, institucionais, equidistantes -que nom som cores, mas também fam lousas com elas-....) sem desvios.

Quero imaginar que toda esse monte figurado de reflexons tenhem um público, e que a sua repetiçom ritual cada ano, predecível como a maré ou o movimento dos comentas e os asteroides -agás os troianos-, tenhem um objectivo positivo para o nosso pais. E quando chega o inevitável tédio nesse caminho do pensamento aparto por uns intres a navalha de Occam e o racionalismo ceptista e gosto de imaginar que manhá na noite pechada, nalgum campo ou carvalheira, na ponta dum alfinete -que durante o dia termou dumha estrela vermelha, ou azulada, ou umha sereia, ou umha vaca...- deitado na grama machucada após a festa, um pequeno Principado -dos de o Aeropagita- aproveitará a wifi e tira conclusons da leitura desde a sua mente de ser inexistente.

Chuzame! chuzame -


3,50€ e a minha cara de parvo

July 22nd, 2008

A passada quinta-feira na praça do Toural/Toral os do Sindicato Labrego Galego montarom um "Mercado da Transparência" no que vendiam produtos do agro ao seu preço de venda polo produtor. Ao acaso Xorna e mais eu passamos por alí e nom puidemos evitar mercar algo... e alucinar muito co preço. Considero-me umha pessoa consciente da grande mentira dos intermediarios, mas nom há nada melhor que experimentar esse salto nos preços em vivo. Fagam contas co seu supermecado ou froiteria: Um kilo de limons (Que sairom mui bons e mui aromáticos),  duas berinjelas fermosas,  duas abobrinhas e meia duzia de pimentos italianos.  Eu já estava tirando a nota de dez euros da carteira quando... Som 3,50€...

Cuido que estivem coa cara de parvo umha meia hora. E também que umha cousa tan singela como esse mercado com quatro caixas é um argumento demoledor contra qualquer defesa da máfia dos intermediarios.

Chuzame! chuzame -


Psicofonias libegggales nos meus altofalantes!

July 21st, 2008

Imaginem o que é sentar diante do computador mentras aguardas polo teu turno na ducha e, quando este ainda está iniciando, escuitar umha voz que che comina a lutar contra o "adoctrinamiento socialista" e sacar os teus filhos das aulas de Educaçom para a Cidadania. Nessas circunstáncias intelectuais, coa mente sem espertar ainda do sono da noite, a reaçom normal e encrequenar-se ou caer de joelhos e mudar o estilo de vida, deixar de ser um separatista rompeEjpiñas, falar bom castelam e mudar o materialismo histórico pola adoraçom sem dúvidas da mao milagreira do mercado. Mas como eu sou  um ceptista e um ateu que nom reconhece os sinais os deuses até que nom bate  a cabeça neles procurei umha justificaçom mais cómoda que nom implicasse umha mudança completa no meu sistema de valores...o meu nom tem perdom.

Seguro que todos tedes experimentado este fenómeno electromagnético algumha vez. Um altofalante que está ligado na rede electrica, mas que nom o está com um aparelho (ou sim, e este nom esta reproduzindo nada) capta o sinal dumha rádio Durante muitos anos cos do meu velho computador podia escuitar a emisora da vigia marítima do porto da Corunha. A grandes traços podemos explicar o fenómeno entendendo que o circuito dum altofalente que converte o sinal eléctrico que vem polo cabo até ele nom é mui distinto do dumha rádio normal. Quando o aparelho nom tem ningumha entrada o circuito eléctrico como um todo capta as ondas electromagnéticas polas que se transmite a informaçom da rádio.  Numha rádio podemos modificar a frequência (Hz) di sinal escuitado, mas nos altofalantes nom. A frequência dumha onda electromagnética está ligada coa sua velocidade e longitude de onda (a distáncia entre os cúmios das ondas) e ao sintonizar umha rádio estamos modificando a "longitude" do circuito que pode captar a onda. Nos altofalantes é a longitude dos cabos mais grandes no seu interior o que determina qual é o único sinal co que podem interagir. Seica os altofalantes novos (que antes estavam em Ferrol, no computador do meur irmao) tenhem a longitude de circuito ajeitada para captarem a Cope de Corunha e as suas admoniçons apocalípticas.

Mas também podem pensar, os friker e os roucos,  que isto nom é mais que a Ciência desprestigiando um fenómeno de "misterio" genuino. Eu já vou engarrafando a auga da torneira como auga bendita, 5 € os 100 ml.   10 € o tour da entrada.

Chuzame! chuzame -


RadioStars(é)tapas

July 19th, 2008

Hai uns dias que rematou Santiago(é)Tapas e por falta de tempo nom tivemos tempo para completar as nossas críticas. Ficarom sem comentar três ou quatro locais, entre eles um dos ganhadores, mas coido que para sermos uns gastrónomos amadores fixemos um bom trabalho. Tivemos a oportunidade de provar muitas tapas e passar umhas noites divertidas, descubrindo estabelecementos em Compostela e sinalando alguns para futuras visitas.  E como vedes na foto até tivemos umha pequena entrevista em RadioVoz (A foto, cortesia de O'Xirarei). E eu ganhei dous kilos...

Nos próximos dias faremos umha última entrada co nosso Top5 de tapas e participantes. Sobre os prémios oficiais só podemos dizer que tivemos sorte, e a tapa do Madam Ragu (o semáforo de verdurinhas) e o solombo do Bokados estám entre as que provamos. As duas som mui boas, embora a  de Bokados é a mais "normal" das três que tinham em concurso (e nós gostamos mais da unha e do carpaccio).

Chuzame! chuzame -


Santiago(é)Tapas IX

July 15th, 2008

Cafeteria Atalaya (R/Rosalia de Castro 63)

Primeiro queremos indicar que o serviço neste local fui mui agradável e atento. Quando chegamos, contra as dez da noite, e perguntamos pola tapa no meio dum local ateigado a rapaça confiounos que estavam saturados de pedidos da tapa e que se nom nos importava vir noutro momento. Dixo isso com toda a educaçom do mundo, contando coa quantidade de gente que havia, e cum sorriso. Como queriamos passar por outros locais nom tivemos o mínimo problema e até agradecemos a confiánça.  Para mim escolheu ajeitadamente entre dar  um mal serviço ou perder (potencialmente) um cliente pontual. E isso é louvável.  Considero que essa actitude estava mui ligada coa ideia de só presentar umha tapa, embora com muita qualidade. Passada umha hora chegamos de novo, o local menos ateigado, avisounos também do preço da tapa e de que tardaria um pouco pola elaboraçom. O serviço em galego e com umha tapinha para aguardar.

A vieira ao final do caminho 

Este é, de seguro, a "tapa" mais elaborada e trabalhada de todas as que provamos no concurso. Certo é que tardou umha cheia de tempo em sair da cozinha, embora já estávamos advertidos,  e que nom cumplica coa definiço per se de tapa. Porém, esse é um problema mui comum em todo o certame, como já comentou o "gourmet de províncias" e nom seria justo penalizar esta presentaçom por ser umha maximalizaçom dum erro sistémico. E noms eria justo polo trabalho que tem detrás esta presentaçom, e que com muito jeito e carinho explicarom co prato diante. O recheio da vieira de gambas e jamom já é umha tarefa minimalista, e a cuncha de massa folhada co basto do peregrino feito em queijo do pais... umha pequena obra de arte. Se calhar o único problema era essa massa, que polo que podemos ver na imagem promocional tinha que estar mais enchopuada nos molhos (vários!) e que neste caso estava um pouco seca.  Umha presentaçom excelente, umha feitura mui boa com um só erro, umha quantidade mais que aceptável e um preço que até parecia pouco. Levou um 4 e todos os nossos parabens!

Preço:3,00 €

Chuzame! chuzame -


Santiago(é)Tapas VIII

July 10th, 2008

Vivacce (Rua Ramon Cabanilla 13)

O local é um café mui amplo, como muitos dos que há polo bairro. Tem varios ambientes todos agradáveis, com muita imprensa e revistas, e o serviço foi rápido para as bebidas. Desculpárom-se porque tiverom um despiste na cozinha e as tapas iam tardar um pouco mais, e como compensaçom trouxerom duas boas raçons de “ensaladilla” e duas fatias de pao com afumado, Presentarom as tapas e a camareira deu algumha explicaçom,ainda que neste caso eram mui evidentes.

*Nota* Este post vai sem imagens dos pratos e sem os preços. Nom todo o local na página do concurso

Torrada de tirabeques com queijo galego e vinagre

Nom quero ser repetitivo, mas outro viva neste blog polas tapas presentadas de jeito “cómodo”. Umha torrada de pam com cebola caramelizada, queijo e tirabeques, e um pouco de vinagre de Módena. A apariência é apetitosa, e a quantidade mais que suficiente para umha pessoa. Os tirabeques com vinagre som umha combinaçom segura, e o queijo e a cebola doce calham mui bem. Levou um 3!

Preço: 3,00 €

Coctel de gambas com fruta

Gostei muito desta ideia! Frutas frescas -sandias e melocotom- com molho rossa e vinho do Porto e muitas gambas. Está todo servido num copo de coctel por capas, umha presentaçom normal nesse tipo de preparados. Cá tivemos Xorna e mais umha das divergências de opinions mais grandes. Eu gostei muito da combinaçom de froita e gambas, ela nom. Considero que o frescor das frutas e o Porto calha bem coa textura das gambas e o preve, é cómodo de comer e alomenos com um refresco ou umha auga som um bom acompanhante. Chegamos a umha soluçom de consenso com um 3, umha media entre as notas que queriamos os dous.

Preço: 3,00 €

Fabas pintas com jiba

Outra para aponter na lista de “tapas clássicas” neste concurso. Algo melhor como tapa que um platinho de fabas com sépia, bempreparadas e em boa quantidade? Também estavam servidas em copo de coctel, que aporta algo de originalidade na presentaçom. Há pouco que comentar realmente, nom quero parecer um padal conservador, mas também há que valorar soluçons efectivistas. Damos-lhe um 4!

Preço: 1,50€

Chuzame! chuzame -


Santiago(é)Tapas VII

July 10th, 2008

Garum Bistró (Pracinha  das Penas, 1)

Este foi o último local de onte. Dos dous anteriores já se ocupa Xorna. Tinhamos mui boas referências de outras pessoas que estavam co Santiago(é)Tapas, mas sempre é melhor chegar sem prejuiços (possitivos ou negativos), verdade? O local está bem, nom o conheciamos embora adoitemos sair pola zona, e tem boa pinta para tomar algo ou ceiar. O única problema é que no balcom tenhem um ponto morto, e com tam má sorte nós sentamos lá, por isso tardarom um bom cacho em reparar na nossa presença. Depois o serviço foi eficiente e as tapas chegarom rápido, polo que vimos tenhem cozinha grande de bar-restaurante. Como chegamos um pouco tarde umha das tapas estava esgotada, umha mágoa, porque polas pintas dum grupo que tinhamos de lado tinha que estar boa.

 

Estofado de orelha com zamburinhas

Boa tapa, mui boa. O melhor resumo é que servirom umha tapa em todo o significado da palavra. Como quando ponhem umha pequena raçom de lentelhas ou umhas tripas, quantidade aceptável. Eu gosto muito da orelha e das zamburinhas (parvo que som) e estava todo mui bem preparado, com humildade. Sendo realistas é umha tapa algo arrisca, nom todo o mundo come orelha -ei! Sem segundas lecturas!!- e de primeiras a combinaçom poderia parecer rara. Porém, o resultado é mui agradável e o preçom mui justo. Para mim mereceu um 4, xorna dixo que era demasiado típica e puxo-lhe um 3.

Preço: 1,20€

 

 

Lascas de pataca com molho mostarda mel pó de pistácio

Singela, boa quantidade, fácil de comer e moderadamente original. Nom deixam de ser pataquinhas fritidas, com um pouco de pela, e com um molho salgadinho -e nom é essa a intençom comercial dumha tapa, provocar um pouquinho de sede extra?-  e o preço mínimo deste concurso. Como dim na própria página do concurso é um modo original de fazer as "chips" de toda a vida. Eu risquei um 3! Xorna onte estava criticona e julgou justo um 2.

Preço: 0,50 € <- Dam ganas de pedir varias!

 

 

Chuzame! chuzame -


Santiago(é)Tapas VI (O retorno)

July 9th, 2008

Seguimos!

Gran Hotel Santiago (Avenida do Mestre Mateo, 27)

Temos que indicar que esta foi a (é)tapa mais difícil de completar. Nom só está bastante afastada do resto de estabelecemos da rota, também tem um horário um pouco marciano e mui comprido. Só servem das tapas 45 minutos cada dia, depois das duas! É bastante difícil ir de tapas a essa hora, e impossível inclui-lo num roteiro com outros locais: Tés que ir ad hoc, e por desgraça Xorna nom tem um horário compatível, assim que tivem que conjar coa ajuda dum amigo meu, Carlos. Obrigado pola colaboraçom, of course! Também está o problema de que nom e um bar ou umha cafetería, se nom o restaurante dum hotel de quatro estelas, no décimo andar. E eu nestas circunstáncias estou um pouco incómodo, fora de lugar. Porém o serviço excelente, em galego desde o bemvida e informaçom sobre os platos.

Canelons de pera com salom marinhado e creme de queijo

Com um ambiente como o referido a presentaçom já se supom exclente. O tamanho da tapa era mais que aceptável, boa combinaçom dos três ingredientes em sabor e textura e agradável de comer. O doce da pera co sabor salgadinho do salmom e o mais neutro do queijo (mui suavinho) foi umha boa ideia. Como noutras tapas anteriores, tés que empregar o talher, e eu sigo afirmando que umha tapa “cómoda” tem que ser ou bem manual ou de culher, que o coitelo e o garfo som mais para raçons. Levou um 4! Pola originalidade do salmom e a pera, mas sem entrar em experimentos que podem ser demasiado inovadores para um concurso popular.

Preço: 2,30 €

Raxo de polvo com cortiça de porco crocante

O prato é um bom troço de pólvo cuberto dumhas farangulhas de cortiça crocante de porco. Visualmente é bem curioso, polo corte do polvo e a cor do crocante, mas a cuncha de vieira é um pouco too much galician! A convinaçom anterior pode parecer rara, mas os sabores calham mui bem. Por desgraça o polvo estava mui duro (pecado!!) e isso amola-me, embora as faranglhas de porco eram mui saborosas, nom aguardas que marquem tanto o sabor do plato e essa surpreesa é mui agradável. E outra vez coa minha teima: Precisades coitelo e garfo para comerdes esta tapa. Levou um 3! Seguro que com um polvo melhor preparado levaria mais.

Preço: 2,30€

Rabo de tenreira galega sobre compota de tomate

Albíssaras! Pam! A verdade é que este prato é bem curioso. É o menos espectacular visualmente dos três, mas tem pintas de rico. Leva um sonho queeu pensava recheio dessa saborosa preve marrom que solta a gordura da carne de rabo, mas segundo a página do concurso é umha cousa muito mais complexa, e baixo dele umha compotinha de tomáte um pouco áceda que calha mui bem, A quantidade é aceptável para umha pessoa, come-lo em dous bocadinhos. Mui, mui recomendável! Levou um 5! E pode ser umha das minhas tapas preferidas do concurso.

Preço: 2,30€

Chuzame! chuzame -


Nuking the Fridge, pequena reflexom sobre os modismos na rede

July 8th, 2008

Um pequeno corte na série de posts gastronómicos para entrar noutro guetto blogueiro. Hoje navegando pola wikipedia (bom jeito de fazer nada sentindo-te menos culpável) topei com um novo modismo que tem pouco mais dum mês. "Nuke the fridge"

A traduçom mais direita é "bombardear com armas atómicas o frigorífico" embora eu som friki de mais para deixar de empregar o magnífico verbo inglês "to nuke" neologismo que calhou nos jogos em rede depois dos seus usos bélicos (Conste que em Austrália também se emprega para quentar algo no forno microondas). E está tomando o lugar doutro modismo "jump the shark" (saltar o tiburom) para o contexto dos filmes. "Jump the shark" fazia referência ao ponto no que umha série de TV perdia toda ligaçom com o seu estilo original, ou a sua trama esgotava todas as opçons dignas e a produçom empregava algum dos recursos clássicos das series USA para manter a audiência. A origem é um capítulo da série "Happy Days" na que o protagonista repite umha cena da temporada anterior -na que saltava com umha moto sobre uns carros estacionados- mas desta vez sobre um tiburom... coido que a ideia fica bem clara. Para mim o momento mais visual é quando Pedro Picapedra ganha um novo amiguinho na forma dum extraterrestre verde que só ele pode ouvir e ver.

Pois bem, até uns meses era normal o empreog de "jump the shark" no contexto do cinema, para aqueles pontos nos que os filmes que até entom tinham um tom de seriedade ou de "nom-humor" acadam um novo nível de ridículo, aliás quando o espectador tem que marmurar um "que caralho..." por obriga quase moral. Mas desde a estrea do quarto filme da franquia Indiana Jones o novo termo suplantou por completo os semas do anterior. E se víchedes a película entenderedes porquê. Ver como Indy safa dumha bomba atómica dentro dum frigorífico (com proteçom de chumbo, of course) e sae voando impulsado pola explosom até aterrar quase sem danos a varios kilómetros, depois duns primeiros minutos de filme mais comedidos... só podes dizer "que caralho...". O jogo com a cena é bem singelo e rápido, e nom é raro que poucas horas depois da estrea a frase já circulara pola rede . Já tem entrada na wikipedia, e varias páginas webs adicadas...

Pessoalmente coido que é perfecta e define mui bem esse tipo de situaçons cinematográficas. É umha actualzaçom da versom anterior, já mui afastada no referencial cultural, aliás é mais universal pois Indy tem mais difussom mediática que umha série americana dos 70. Assim que já estou a aguardar o ditamem dos patriarcas da cinefília galaica, e ver quem é o primeiro em dar uso ao modismo...

Chuzame! chuzame -


Santiago(é)Tapas V

July 8th, 2008

Continuamos co roteiro da Praça do Pam (a.k.a. Praça de Cervantes) após o interesse de Vieiros pola nossa crónica.

Agarimo Cafe-Pub (Preguntoiro, 2)

Com este local imos obviar o comentário sobre o serviço. Todos (os que saimos por Compostela) sabemos que no Agarimo há demasiada gente a quase qualquer hora do dia como para pedir umha atençom pessoal. Isso sim, atenderom rápido dentro das possivilidades, e as tapas tampouco tardarom muito.

Tapa de salmom

Salmom, 'filadelfia' e pimento... pois é umha tapa. Singela, bom tamanho (duas mordidas) e sem cousas criticáveis. Porém, nom tem nada louvável ou especial. Levou um 3 (nota meia) Mas se miramos o preço e comparamos co que é, ou o que nos ponhem em outros sitios polos mesmos quartos, teria umha pontoaçom menor.De feito é umha das mais descompensadas em Qualidade-elaboraçom/preço.

Preço: 2,50 €

Gulas ao alioli

Claramente O Agarimo apostou polas tapas singelas e clássicas. Pam, gulas, ovo de paspalhas e alioli. Umha quantidade comedida e umha boa presentaçom, mas o ovo e as gulas estavam mui gordurosos e pessados no estómago. E se vos digo a verdade, nós nom percevimos o alioli até ler o nome para cumprirmos o suporte de voto. O preço estava na meia dos que vimos até o de agora para esse tamanho. Levou um 2 da minha parte e um 3 de Xorna.

Preço: 2,00 €

Tapa 'Agarimo '

Patacas, ovo, pimento... na linha de tapa ''ligeirinha'' do anterior. O ovo cansa um pouco em tanta tapa, e como um todo nom é nada original. Porém é umha boa quantidade e segue na linha das tapas "normais" do sítio. E o preço está bem. Assim que nem frio nem calor, um 3.

Preço: 1,80 €

Nota: Iamos com mais gente, assim que nom apontamos quanto era em total coas bebidas.

Chuzame! chuzame -


Next Page »